O que é o Oralismo?

O que é o Oralismo?

O ensino da língua oral é um método de ensino para surdos, defendido principalmente por Alexander Graham Bell (1874-1922).

Essa abordagem argumenta que a maneira mais eficaz de ensinar os surdos é por meio da linguagem falada ou falada, usando treinamento fonético, leitura labial (oralização) e treinamento auditivo. Ele acredita que os surdos só podem aprender, desenvolver a inteligência e a linguagem por meio da linguagem falada.

Os surdos educados por meio desse método de ensino são considerados surdos.

Sua história
O fundador da Oralologia foi Samuel Heinicke, que criou a metodologia conhecida como “Método Alemão”. Para ele, pensar só pode ser feito falando. Ensinar através da língua de sinais significa ir contra o progresso do aluno.

Esse método ganhou atenção no Congresso Internacional de Educadores de Surdos (conhecido como Congresso de Milão), realizado em Milão de 9 a 12 de setembro de 1880. Foi escrito pela maioria oral para dar força legal às suas reivindicações sobre surdez e educação de surdos. Votar para proibir a linguagem de sinais como método de educação de surdos. A única objeção ao oralismo foi o americano Thomas Hopkins Gallaud, que discordou dos argumentos apresentados, referindo-se ao sucesso de seus alunos.

Assim, no início do século XX, observou-se que os surdos eram incapazes de falar plenamente e eram considerados deficientes. A insatisfação com os resultados orais levou a pesquisas em língua de sinais, o que levou a novas recomendações para a educação de surdos. Assim, na década de 1970, a chamada “comunicação plena”.

Durante o século 20, a linguagem falada foi reafirmada por meio de melhorias graduais nas técnicas auditivas corretivas. As pessoas passaram a acreditar que a estimulação auditiva permitiria que surdos/deficientes auditivos se comunicassem por meio da terapia fonoaudiológica. Vários produtos artificiais auditivos foram desenvolvidos, como os implantes cocleares, que têm sido reconhecidos por grupos de profissionais técnicos como tratamento para surdez.

O artefato auditivo
A política pública brasileira para os surdos, intitulada “Política Nacional de Atenção Auditiva”, baseia-se em uma perspectiva biomédica sobre a inclusão do surdo na sociedade ouvinte por meio do fornecimento de próteses auditivas e outras práticas orais.

Os usuários de implantes cocleares ou próteses auditivas optaram por uma filosofia oral em sua formação, portanto, são arrastados e não utilizam a língua de sinais como meio de comunicação.

Os deficientes auditivos orais tendem a ter uma vida social mais restrita do que os surdos, pois não participam da cultura surda nem usam a língua de sinais e também são rejeitados pelos ouvintes por causa de sua deficiência.

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