Leão-VI, o Sábio, quem foi ele?
Leão VI (19 de setembro de 866 – 11 de maio de 912), conhecido como o Sábio ou Filósofo,[1] foi imperador bizantino de 886 a 912.
Foi notável pela criação de obras legislativas publicadas em grego e por uma grande revisão das leis de Justiniano, que foram aplicadas pelas comunidades de Constantinopla e usadas em táticas militares pelo exército e pela marinha e se tornaram os códigos legais do Império Bizantino. Seu reinado também viu a descontinuidade formal de várias instituições romanas antigas, como o Consulado Romano e o Senado (também conhecido como Senado Bizantino durante esse período), que continuaram a existir apenas no nome e perderam muitas de suas funções e poderes originais.
Ele herdou o trono após a morte de seu pai e tornou-se imperador aos 20 anos, iniciando um notável reinado de 26 anos e morrendo em Constantinopla.
Relações familiares
Ele era filho de Basílio I da Macedônia,[3] macedônio e Eudoxia Ingerina (Constantinopla, 835 – 882), que o fez co-imperador.
Ele foi casado quatro vezes. A primeira com Teofano, com quem teve apenas uma filha, Eudoxia, que se acredita ter morrido jovem. Ele então se casou com Zoé Zautsina (870 – 899), filha de Estilian Zautzes, com quem teve Anna de Constantinopla (também conhecida como “Anna de Bizâncio”; 890 – 914) casada com Luís III. O Cego (880 – 928), Imperador do Ocidente. Casou-se então com Eudóxia Baiana, que morreu ao dar à luz um filho natimorto de nome Basílio.
Finalmente, Zoé Carbonopsina teve Constantino VII. (905 – 9 de novembro de 959), imperador bizantino de 905 a 959, casado com Helena Lecapena, filha do imperador bizantino Romano I Lecapena e Teodora.