O que é a Abstinência Sexual?
A abstinência sexual é a prática de desistir, voluntária ou involuntariamente, de alguns ou de todos os aspectos da atividade sexual. Razões comuns para a renúncia deliberada ou forçada da expressão física do desejo sexual incluem ensinamentos religiosos e filosóficos, preceitos ou opiniões (por exemplo, castidade) e motivos conjugais e de saúde, como prevenir a concepção (gravidez indesejada) ou contaminação por DST. – Doenças sexualmente transmissíveis.
Principalmente sob forte influência ou pressão de grupos religiosos, alguns governos (como os Estados Unidos) fizeram do incentivo e incentivo à abstinência sexual de adolescentes seu principal programa de educação sexual.
Esses programas visam informar os jovens sobre os supostos danos e convencê-los da imoralidade do sexo antes do casamento (antes do casamento) e sugerem que a abstinência é a única opção saudável e segura para prevenir a gravidez na adolescência e doenças sexualmente transmissíveis. No entanto, vários estudos mostraram que esses programas, incluindo os dos Estados Unidos, não foram suficientemente eficazes para evitar esses riscos. 
Os aspectos religiosos
A abstinência pré-marital faz parte dos ensinamentos religiosos das igrejas católica, islâmica, judaica e protestante (inclusive evangélicas) que buscam criar uma família tradicional baseada no amor e na incompreensão conjugal, tornando-se um ato voluntário dos crentes ou atos coercitivos sob a supervisão de seus familiares, podendo neste caso, dependendo das circunstâncias, ter graves consequências para a saúde física e mental de uma pessoa.
A abstinência sexual é desafiada pela psicologia, em certo sentido, alertando os pacientes para seus riscos. A análise puramente racional mostra que a abstinência sexual permanente oferece poucos benefícios e benefícios porque seus seguidores exigem um compromisso espiritual para permanecer invicto ou casto.
No entanto, milhares de monjas e monges mantiveram sua castidade em instituições centenárias como os monges de São Bento (benedictinos), franciscanos, carmelitas e dominicanos (Thomas De Aquino, um dos dominicanos, principalmente seres humanos que não só defendiam as virtudes da castidade na religião, mas a praticava) e várias outras instituições centenárias, como os jesuítas, ou mais recentemente, como por missionários de caridade fundados por Madre Teresa de Calcutá, para não falar dos orientais entre eles tibetanos.
Todos os santos, especialmente aqueles reconhecidos pela Igreja Católica, leigos e religiosos, desde o início do cristianismo até o presente, sempre pediram desculpas pela castidade de alguma forma. Por exemplo, São Josemaria, canonizado na última década do século XX, escreveu sobre a castidade.